“Amar o perdido / deixa confundido / este coração.” (Ah! “Brasil, meu Brasil Brasileiro, / Meu mulato inzoneiro, / Vou cantar-te nos meus versos.”)
“Nada pode o olvido / contra o sem sentido / apelo do Não.” (“As aves, que aqui gorjeiam, / Não gorjeiam como lá.”)
“As coisas tangíveis / tornam-se insensíveis / à palma da mão.” (“Auriverde pendão de minha terra, / Que a brisa do Brasil beija e balança, / Estandarte que a luz do sol encerra / E as promessas divinas da esperança...”)
“Mas as coisas findas, / muito mais que lindas, / essas ficarão.” (“— Viverás, e para sempre, / na terra que aqui aforas: / e terás enfim tua roça. // — Aí ficarás para sempre, / livre do sol e da chuva, / criando tuas saúvas.”)
Esse post justapõe trechos de poesias para [tentar] clarificar a minha linha de pensamento. Esses poemas incluem: “Memória” de Drummond, “Canção do Exílio” de Gonçalves Dias, “Navio Negreiro” de Castro Alves, “Morte e vida severina” de João Cabral de Melo Neto e a canção “Aquarela do Brasil” de Ary Barroso.
Poxa, clareou teu pensamento, mas confundiu os meus? E nhaim, que pasa?
ResponderExcluirSaudade.
Vens para o Natal? Responde em forma de post ou manda mensagem. Estou com a terrível mania de não voltar para reler os posts antigos.